
Brasileiros morrem de dengue, de tuberculose e nos corredores de hospitais públicos, sem ter remédios e nem médicos suficientes. Apesar disso, o Ministério da Saúde vai patrocinar a Escola de Samba Vai-Vai, no próximo carnaval paulista, cujo enredo celebra os vinte anos do Sistema Único de Saúde (SUS), expressão máxima da saúde pública que, como afirmou o presidente Lula, “quase atingiu a perfeição”.
Oficialmente o Ministério admite apenas apoiar a Vai-Vai, mas no mercado do carnaval, “apoio” deste tipo custa
O patrocínio da Vai-Vai não sairá da verba publicitária, porque o Tribunal de Contas da União o proíbe. Sairá do próprio gabinete do ministro.
Circula no Ministério da Saúde que a idéia de jerico de “apoiar” a Vai-Vai foi de Antônio Alves, secretário de Gestão Estratégica e Participativa.
Foi cancelada a visita a Brasília do presidente da Nigéria, Umar Musa Yar'Adua, nesta quinta. Estaria à beira da morte em um hospital saudita.
No debate do presidente nacional da OAB, Cezar Britto, com Jair Bolsonaro (PP-RJ) sobre a revisão da lei de anistia, esta semana, no Canal Futura, o deputado fez uma grave denúncia: o então diretor do Dops, polícia política regime militar, Romeu Tuma, tinha um informante na “esquerda” a quem chamavam de “Boi”, hoje em cargo importante no governo Lula. Britto insistiu, mas Bolsonaro não revelou o dedo-duro.
O senador Romeu Tuma (PTB-SP) reagiu com irritação à acusação de Bolsonaro. Disse que, na época, “todo mundo tinha informante”.
O livro “Transformando suor em ouro”, do técnico Bernandinho, caiu de R$ 20 para R$ 14 no site Submarino, após o fracasso nas Olimpíadas.
A senadora Hillary Clinton passaria num detector de mentiras quando disse na convenção democrata que “Obama é meu candidato?”
José Sarney não quer presidir o Senado, em 2009, por um motivo muito simples: está “de saco cheio”, como confidenciou a um amigo. Presidir o Senado exigiria freqüentá-lo diariamente, e ele não suporta a idéia.
Chega a setenta o número de ações do Ministério Público do Trabalho contra o “Sistema S” (Sesc, Sesi, Sest, Senat, Senac, Sebrae), por irregularidades em todo o País. Mato Grosso do Sul tem vinte e quatro.
Guido Mantega (Fazenda), o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), o ex-ministro Delfim Netto e o economista Luiz Gonzaga Beluzzo se reuniram em almoço, terça, para combinar o linchamento verbal de Henrique Meirelles (Banco Central), no encontro que teriam com Lula em seguida.
Japoneses e americanos sumiram de Paris com a instabilidade econômica, mas brasileiros, russos, chineses, árabes e indianos garantem a festa, revela o jornal francês Le Figaro.
O Ministério da Fazenda continua ignorando solenemente recomendação do Tribunal de Contas da União para que embaixadas e diplomatas brasileiros na União Européia recebam
Em Guarulhos (SP), a candidata a vereadora Marlene Guedes (PR), casada com Jovino Candido (PV), apóia o petista Sebastião Almeida à prefeitura, adversário do marido.
Brasileiros em Roscommon, Irlanda, se cotizam para repatriar o corpo da goiana Kézia Gomes Rosa, 31, morta a facadas pelo namorado brasileiro, já preso. Ela deixou em Anápolis (GO) uma filha de seis anos.
No dia da eleição a Justiça Eleitoral proíbe a venda de bebidas, mas no Espírito Santo uma funcionaria do TRE, ao dar instruções aos mesários, citou os bêbados entre os que têm prioridade na fila de votantes.
Essa tal de “Cota” mencionada por Mozarildo Cavalcante (PTB-RR) no Senado, é parente de algum senador?

Luiz Viana Filho era governador da Bahia e fez uma visita ao velho Cosme de Farias, firme como uma rocha aos 96 anos de vida.
- Major, espero que daqui a quatro anos possamos comemorar o seu centenário.
- Não vejo porque não, governador. O senhor está ainda bastante forte...